terça-feira, abril 11, 2006








[...]
Um homem e uma mulher que tinham olhos e coração e fome de ternura
e souberam entender-se sem palavras inúteis
Apenas o silêncio A descoberta A estranheza
de um sorriso natural e inesperado

Não saíram de mãos dadas para a humidade diurna
Despediram-se e cada um tomou um rumo diferente
embora subterraneamente unidos pela invenção conjunta
de um amor subitamente imperativo
:
Daniel Filipe (ver)
exerto de
"A invenção do amor"



8 comentários:

Musician disse...

O amor tem destas coisas...e nao é preciso palavras! =)
Beijinho*

Beguinha disse...

Lindo. Como sempre ;)

Musician disse...

Pois, agora o post ficou muito mais bonito =)
Beijinho*

blue kite disse...

O amor e os seus insondávesi designios...

(of topic habitual.. quando vi as fotos lembrei-me de um certo foco já há anos retratado na capa do Rattle and Hum e revisitado por nós as duas na Vertigem de Agosto passado! Um outro tipo de amor, afinal de contas).

Bj com carinho

Sistermoonshine disse...

A invenção do amor no silêncio, subitamente imperativo, o amor e o silêncio, imperativos.

Imperativa a vontade de estar e inventar no silêncio todas as coisas do amar...

E dizer..."Amo-te impertativamente"... sempre em silêncio, apenas com um leve toque do olhar.

Folha|em|Branco disse...

O silêncio só funciona no amor se o amor resistir ao silêncio.

Jane & Cia disse...

A Invenção do Amor faz parte de mim desde sempre, sorte de ter no quarto uma grande estante com livros dos pais :)
Obrigada pela lembrança!

João Garcia Barreto disse...

Sublime...