sábado, novembro 19, 2005

A ti, Virgínia...
obrigada pelo que me fizeste
sonhar sem o saberes...
taken by Rose
Amesterdão





Aqueles dias
Aquelas horas
Ou só momentos
Ou só instantes...
.
Os já passados
Os já perdidos
[...]

.
.
M. Virgínia Monteiro
in
As cinzas e as brisas


7 comentários:

stephe disse...

"Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte."

No Reino da Dinamarca - Alexandre O'Neill

As vezes, um gesto, uma palavra faz toda a diferença...
Obrigada amiga...

Anónimo disse...

este poema ;(

moon between golden stars disse...

Boa noite...
bons sonhos!

paula. disse...

Parece-me lindamente percorrer um tapete de folhas assim.
Se for na Holanda, melhor ainda. :)
Belo país.
O poema está a combinar ;)

Beguinha disse...

Intenso... como sempre.

damadespadas disse...

...os que ainda estão para vir.
;-)

Sistermoonshine disse...

Gosto de pisar o restolho, e do frio, o bafo que se condensa no ar, gosto de castanhas assadas e do restolho, do restolho... arrastar os pés no restolho, fazer estalar as folhas...