segunda-feira, novembro 28, 2005

taken by me @ Pt
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...e de repente todas as mãos se fecharam e todos os gritos cessaram na perfeição de um poema

sábado, novembro 19, 2005

A ti, Virgínia...
obrigada pelo que me fizeste
sonhar sem o saberes...
taken by Rose
Amesterdão





Aqueles dias
Aquelas horas
Ou só momentos
Ou só instantes...
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Os já passados
Os já perdidos
[...]

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M. Virgínia Monteiro
in
As cinzas e as brisas


sábado, novembro 12, 2005



Ah quantas máscaras e submáscaras,
Usamos nós no rosto da alma, e quando,
Por jogo apenas, ela tira a máscara,
Sabe que a última tirou enfim?
De máscaras não sabe a vera máscara,
E lá de dentro fita mascarada.
Que consiência seja que se afirme,
O aceite uso de afirmar-se a ensona.
Como criança que ante o espelho teme,
As nossas almas, crianças, distraídas,
Julgam ver outras nas caretas vistas
E um mundo inteiro na esquecida causa;
E, quando um pensamento desmascara,
Desmascarar não vai desmascarado.
-.
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Fernando Pessoa, Poemas Ingleses

@ me
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...dos tempos k foram
de máscara posta com mãos de poeta dorido;
era o medo de entrar que me fazia guerreira
ou o medo de nao sair
que me fazia permanecer. O quanto fugi,respirei sem querer...
o dia,
as horas,
o tudo que não conseguia mas que
queria sentir
porque só assim me sentia perto de ti.
quando...

quarta-feira, novembro 02, 2005




porque
há horas em que se perde o poema
e é quase nada, o voltar do verbo...



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(fotos by me # frases entre as fotos by A.M.)