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Eu que me finjo,me fito,
me ultrapasso nas vestes
sem presa de as despir;das peles
que demoro a tirar para
sem presa de as despir;das peles
que demoro a tirar para
que a dor chegue mais devagar,
mais sem jeito de gente para
que eu não a reconheça,
não a chame pelo nome,
que eu não a reconheça,
não a chame pelo nome,
não a...
Quando me soube já era tarde,
já nada dizia...ou,
Quando me soube já era tarde,
já nada dizia...ou,
se dizia,
já nada pensava,
de tanta escuridão e pó,
desgastada pelo esforço que,
ao não me consumir,
me atiçava.
Qualquer dia toco-me e já não me sinto aqui

2 comentários:
Bela demais a imagem...
RoSe_
Cris, o risco assumido de escrever assim, está, na minha opinião, cada vez mais a tornar-se uma aposta ganha.
:-)
(quem sou eu...lol... mas disse isto a propósito do que falávamos há uns tempos...)
A imagem está simplesmente tocante...(à falta de um adjectivo melhor, que me escapa, mas que senti)
:-)
paula.
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