encontro-me em todas de ti,as ruas,
remotas ilhas de presença ambígua;
camélias pendentes,
escombros
habitados por palavras
agri-doces ou acres, ou,
remotas ilhas de presença ambígua;
camélias pendentes,
escombros
habitados por palavras
agri-doces ou acres, ou,
sonolentas,ou
sonhadoras...
o aperto de ambos,o deslizar das mãos.
sonhadoras...
o aperto de ambos,o deslizar das mãos.
.
.
o aperto,o corpo,o sexo,
o aperto,o corpo,o sexo,
o...
taken by «PalavraSolta»
"Um dia li num livo: "viajar cura a melancolia".
«...»
A pouco e pouco, aprendi que nenhum viajante vê o que os outros
viajantes, ao passarem pelos mesmos lugares, vêem. O olhar de
cada um, sobre as coisas do mundo é único, não se confunde com nenhum outro." Al Berto

2 comentários:
"A cidade era tão à nossa medida, que parecia caber na palma da mão. Como conheciamos tudo, ela pertencia-nos como um território ajustado à percepção que tinhamos do mundo (...)" Helder Pacheco, Despedidas, in Porto: da outra cidade.
Podemos sempre viajar no nosso mundo e redescobri-lo, também. Dia, após dia, após dia. Depende do olhar. De como o olhamos.
Hoje sou poeta... Poeta de esquinas... O poeta das esquinas que nunca dobrei...
Assim vão os nosso dias...
Até onde tudo é tão diferente
Ass.: PalavraSolta
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